terça-feira, 30 de novembro de 2010

E se hoje a Contracampo e a Cinética atravessam impasses, isso se deve em grande parte à atuação no passado destas revistas de "críticos" como você e alguns colegas seus.

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Cinética e Contracampo estão anos atrás do que estamos fazendo. Já escrevi para as duas revistas. A Cinética participou de um processo histórico e agora ela já foi jogada para trás. Acho que a gente está 10 anos à frente deles. A jovem crítica apareceu num momento em que essa nova realidade ainda não estava acontecendo. Eu acho que eles precisam começar a entender que, além daquela crise inicial do começo dos anos 2000, em que o cinema brasileiro não se articulava com o cinema contemporâneo, estamos em outro momento. Esses caras têm que acordar. Se eles continuarem com a ideia de que, no cinema brasileiro, os realizadores não trocam, os realizadores não falam… É uma mentira.

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
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(leia-se: enquanto era oportuno e interessante para mim, eu posava de crítico e me beneficiava de rótulos como o da "jovem crítica"; agora que não é mais, porque fiquei putinho com a recepção aos meus filmes, quero mais é que a crítica se foda)

Vá se foder, Bragança. Discursinho mixuruca, decadente, hipócrita e... extremamente obsoleto o seu. É de escória como você que a crítica brasileira precisa se ver livre. E é você que está anos atrás do que o cinema, o verdadeiro - Nolot, Rousseau, Achard, Brisseau, Green, Oliveira, Mocky, Herzog, Friedl, Hou, Monteiro, Moullet, Ruiz, Vecchiali, Chabrol, Frammartino -, vem fazendo.

Gênio

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

sábado, 27 de novembro de 2010

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Hahahaha, agora todo mundo só fala em Bright Star. Patético.

domingo, 21 de novembro de 2010

O Pedro Costa deve ter pensado as piores coisas sobre os brasileiros.

E com razão.

Cinema Nearer to the Earth by Jean-Claude Biette

sábado, 20 de novembro de 2010

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

sábado, 13 de novembro de 2010

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

sur samuel fuller (notes d'après beaubourg)

sur samuel fuller (suite)

Entre tantos romances autobiográficos, diários íntimos, lembranças, confissões, que de uns anos para cá conhecem uma voga tão extraordinária (como se, da obra literária, fosse negligenciado o que é criação para considerá-la tão-somente do ângulo da expressão, observando-se, em vez do objeto fabricado, o homem que se oculta - ou se mostra - por trás), A idade viril vem portanto ocupar seu lugar, sem que seu autor queira vangloriar-se de algo mais do que ter tentado falar de si mesmo com o máximo de lucidez e sinceridade.

Um problema o atormentava, dando-lhe má consciência e impedindo-o de escrever: será que o que se passa no domínio da escrita não é desprovido de valor se permanecer "estético", anódino, privado de sanção, se nada houver, no fato de escrever uma obra, que seja um equivalente (e aqui intervém uma das imagens mais caras ao autor) daquilo que é para o
torero o chifre acerado do touro, capaz de conferir - em razão da ameaça material que contém - uma realidade humana à sua arte, de impedir que ela seja apenas encantos fúteis de bailarina?

Pôr a descoberto certas obsessões de ordem sentimental ou sexual, confessar publicamente algumas das deficiências ou covardias que mais o envergonham, tal foi para o autor o meio - grosseiro, sem dúvida, mas que ele confia aos outros na esperança de ver-se corrigir - de introduzir nem que seja a sombra de um chifre de touro numa obra literária.


Michel Leiris, A idade viril

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Thus the universe which is represented in an icon does not reflect the disorder of our world corrupted by sin, but divine order and perfect peace re-established in the universe. Divine grace, and not the rational categories of the earth, not human morality, reigns in the icon. From this arises the hieratism of the icon, its simplicity, its majesty, its calm. From this arises the rhythm of its lines and the joy of its colors. With this requirement of a divinely ordered space the image's relation to the world hesitates between realism and formalism. The representational icon is understood to be a privileged zone of interaction between the secular and the sacred; secular because it is an object and offers images of people; sacred because it revolves around the incarnation of Christ, represents a movement towards religious recovery, and is another mode of the Word made flesh.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Neste filme aparecem retratadas, a Roma de Miguel Angelo, Rafael e Borromini, assim como a Veneza de Francesco dei Guardi e Canaleto, a par das imagens únicas da Igreja de Stª Maria della Salute, algo que nunca se tinha visto e talvez não se volte a ver.

Este filme é uma lição de arquitectura, uma lição de controlo da luz e da vivência urbana.

domingo, 7 de novembro de 2010

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

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