quarta-feira, 30 de maio de 2012

A verdadeira pergunta a se fazer não deveria concernir somente o editorial do Delorme na última edição dos Cahiers, que tem pouco ou nenhum sentido numa revista que tem feito escolhas cada vez mais ecunêmicas ou pseudo-iconoclastas, as quais involuntária mas não tão inesperadamente resvalam na mesma coisa consensual e ordinária (fãs de Tony Scott e Super 8 deveriam saber exatamente do que estou falando, mas como nem sabem direito de quais filmes gostam e, principalmente, porquê gostam, é melhor esperar que entendam exatamente a mesma coisa de sempre no que diz respeito a esses assuntos - ou seja, nada) ou ainda o outro texto que tem feito correr tanta tinta, este sobre os cineastas sumidades, os auto-conclamados "especialistas" e "experts", os que fizeram a moda da última ou farão a da próxima semana - coisa que tem pouco ou nenhum sentido numa revista que nos últimos tempos deu destaque para coisas como Abrams, Aronofsky, Fincher, Gondry ou aquele mausoléu lúgubre e pestilento chamado L'Apollonide...

A pergunta a ser feita deveria dar conta simplesmente do seguinte: como disto se chega nisto?

É o que, como leitor (não digo "ex" porque as antigas continuo lendo), gostaria de ver respondido.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Daqui para aqui e aqui.

terça-feira, 22 de maio de 2012

segunda-feira, 21 de maio de 2012

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Proximamente

La fiction épaisse dont il se réclame, il peut aller la retrouver en revoyant (...) ou, pourquoi pas?, (...). Mais pour que la fiction fictionne, il faut un spectateur, ce que, d'évidence, (...) n'est pas.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Agora afetação ornamental virou precisão estética.

A crítica de cinema está igualmente bem servida de estilistas, que se diga.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

domingo, 13 de maio de 2012

terça-feira, 8 de maio de 2012

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